Postagens

Mostrando postagens de Março, 2012

MERCADO DE IMÓVEIS DEVE CRESCER NO RITMO DO PIB

Para presidente do Secovi, não há mais muito espaço para aumentos exagerados nos preços O crescimento do mercado imobiliário deve, a partir deste ano, ser bem próximo à expansão da economia. Para o presidente do Sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Cláudio Bernardes, em 2012 o volume de vendas será entre 3,5% e 4% maior que o registrado em 2011. "E essa é uma tendência. Cada vez mais a variação do mercado ficará próxima do desempenho do PIB (produto interno bruto)", disse Bernardes, que participou ontem da cerimônia de entrega do prêmio Top Imobiliário, promovido pelo Grupo Estado. Se depender do financiamento da Caixa, a demanda por novos imóveis não vai esfriar, já que a oferta de crédito vai crescer neste ano. Segundo Paulo José Galli, superintendente regional da Caixa, o banco trabalha para tentar superar a estimativa de volume de crédito contratado para este ano - inicialmente projetada em R$ 90 bilhões, crescimento de 12% em relação a 2011. Bern

FGTS INJETA R$ 36,7 MILHÕES NO SETOR

Dados se referem aos dois primeiros meses do ano e representam um aumento de 18,1% sobre 2011 A utilização do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para adquirir a casa própria foi a responsável por injetar R$ 36,7 milhões no mercado imobiliário da região de Campinas no primeiro bimestre de 2012. O total é 18,1% superior ao utilizado nos dois primeiros meses do ano passado, R$ 31,1 milhões. No primeiro bimestre de 2011 foram realizados 4.551 saques, número que saltou para 5.848 no acumulado deste ano. Os números foram divulgados pela Caixa Econômica Federal e se referem a 18 cidades da RMC - Itatiba ficou de fora, além dos municípios de Rio das Pedras, Mombuca, Rafard, Capivari e Elias Fausto. Em relação ao número de saques, o crescimento foi ainda maior e chegou a 28,5%. Em janeiro deste ano, foram 3.122 saques, que totalizaram R$ 19,6 milhões, enquanto que no primeiro mês de 2011 o uso do FGTS para a casa própria foi de R$ 14 milhões em 2.208 saques. O valor utilizad

DICAS PARA O CONSUMIDOR QUE QUER COMPRAR IMÓVEL COM SEGURANÇA

Secovi-SP alerta: bom senso, pesquisa e muito diálogo são essenciais para evitar problemas Comprar um imóvel , seja na planta, pronto ou usado, requer do interessado muita pesquisa, visitas a inúmeros estandes de vendas, comparação de preços e projetos, e diálogo com parentes e amigos. “O pior negócio é adquirir uma unidade habitacional por impulso. Antes de tudo é preciso fazer as contas e ver se as prestações do financiamento cabem no bolso”, enfatiza João Crestana, presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Mas não basta somente ter condições de pagar. O comprador também deve avaliar se o imóvel de interesse atende às suas necessidades de moradia, e se há no entorno do empreendimento escolas, hospitais, transporte público, dentre outros requisitos. “Visitar o local escolhido de dia e à noite também faz parte do processo anterior à assinatura do contrato. Não tenha pressa, porque, na média, o brasileiro compra dois imóveis durante a vida. Esse motivo já é suficiente pa

BANCOS TENTAM MELHORAR PRODUTOS E ATENDIMENTO

Sem espaço para a redução da taxa de juro aplicada nos financiamentos imobiliários, os bancos travam concorrência pelo cliente por meio da melhoria de produtos, processos e qualidade do atendimento. As instituições afirmam que já operam com taxa de juro bastante reduzida. Hoje, o principal funding para o crédito imobiliário brasileiro, a caderneta de poupança, tem custo de captação pré-fixado, portanto, não acompanha diretamente a variação da taxa Selic, em ritmo de queda. O presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octavio de Lazari Junior, afirma que as grandes construtoras devem repetir o mesmo volume de lançamento em 2011. Assim, a estimativa de incremento do crédito imobiliário está na faixa dos 30% em 2012, não tão forte como nos dois anos anteriores quando o percentual chegou a 65%, em 2010, e 42%, em 2011. A expansão de 30% permite que os recursos da caderneta de poupança sejam suficientes, pelo menos, para os próximos

SP: FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO SUPERA COMPRAS DE IMÓVEIS À VISTA EM QUASE TODO O ESTADO

SÃO PAULO – O financiamento imobiliário superou as compras à vista de imóveis usados em quase todas as regiões do estado de São Paulo analisadas pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) em novembro do ano passado. De acordo com levantamento divulgado nesta quarta-feira (15), na região que compreende o ABCD, Guarulhos e Osasco, a maioria (75%) das vendas de imóveis usados registradas no mês de novembro do ano passado foi feita por meio de financiamentos, enquanto os pagamentos à vista chegaram a 24,49%. No interior, os imóveis financiados também representaram mais da metade (56,56%) do total vendido, enquanto os pagamentos à vista corresponderam a 39,32%. Já na capital paulista, 53,19% dos imóveis vendidos em novembro de 2011 utilizaram o financiamento como forma de pagamento, enquanto 42,73% das vendas foram à vista. Apenas no litoral do estado essa situação se inverte, pois foram as compras à vista que predominaram. Essa modalid

SP: FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO SUPERA COMPRAS DE IMÓVEIS À VISTA EM QUASE TODO O ESTADO

São muitas as variáveis que influenciam o valor de um imóvel , como a localização, as condições da construção, a idade da propriedade, o valor sentimental do bem, ou o valor do metro quadrado. A dificuldade de se chegar ao valor real, que agradaria comprador e vendedor, faz com que a negociação seja, em muitos casos, mais demorada, com as duas partes tentando ao máximo buscar um valor mais vantajoso. No caso do vendedor, a preocupação maior deve ser de eliminar as variáveis que possam desvalorizar o imóvel , e não "chutar" o preço para cima, segundo o presidente do Conselho dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto. Para ele, não há alternativas que tornem o valor da propriedade muito superior, sobretudo por conta do valor do metro quadrado indicar qual é o preço de mercado aproximadamente. "A preocupação (do vendedor) é de não desvalorizar o imóvel , e não de valorizá-lo, porque o preço do metro quadrado é o mesmo", af

AS CARACTERÍSTICAS COMPORTAMENTAIS DO CORRETOR DE IMÓVEIS

O modelo do processo comportamental: 1. INTRODUÇÃO Este é um estudo das características particulares dos corretores deimóveis , determinantes para o seu comportamento e necessárias para uma adequada distribuição e venda do produto imobiliário. Para tal estudo, parte-se de um marco conceitual para explicar o comportamento humano e, a partir deste, se apresentam suas principais características encontradas na literatura. Desta maneira se oferece melhor entendimento acerca das principais etapas do processo comportamental e variáveis envolvidas no perfil do corretor de imóveis. 2. O PROCESSO COMPORTAMENTAL A importância de estudar o processo comportamental está no fato de que as empresas são constituídas de pessoas e somente funcionarão se as mesmas estiverem ocupando seus cargos e desempenhando suas funções de acordo com o que lhes foi solicitado. São os indivíduos que planejam ou ordenam, decidem onde e como utilizar equipamentos, aperfeiçoam técnicas empregadas em serviços,