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Mostrando postagens de Abril, 2012

NOVO CUIDADO NA HORA DE COMPRAR IMÓVEIS

Se uma pessoa adquirir imóvel cuja venda for verificada como realizada em fraude estará correndo o risco de perder o bem Todo o cuidado é pouco quando se está prestes a comprar um imóvel . Os riscos envolvendo esse tipo de transação são diversos, mas podem ser mitigados se adotadas algumas precauções pelas partes envolvidas.  Como se sabe, antes de finalizar o negócio, o comprador deve cercar-se de todos os subsídios que o façam ter certeza ou quase de que o imóvel está livre e desembaraçado de quaisquer ônus, bem como de que o vendedor está livre de dívidas ou, no caso de as ter, tem liquidez para saldá-las, visto que eventuais apontamentos dessa ordem, dependendo do caso, podem prejudicar o negócio. Em termos práticos, esse cuidado é o pedido pelo comprador para que o vendedor apresente certidão de quitação do IPTU, de verba condominial, matrícula atualizada do bem comprovando ausê ncia de penhora, certidão do distribuidor contendo relação dos processos judiciais que envol

IMOBILIÁRIAS JÁ ESQUENTAM A BRIGA POR LOCAÇÃO

SÃO PAULO - Em busca de mais oportunidades para locação de imóveis na cidade de São Paulo e região metropolitana, as imobiliárias começam uma guerra em busca de apartamentos disponíveis. Exemplo disso, a imobiliária Lello lançou um modelo de negócio que envolve os chamados de "caçadores de casas" (em inglês, house-hunters). A ideia é que a empresa encontre mais opções de imóveis e saia na frente das concorrentes. Quem também aposta em inovação para atrair novas opções é a imobiliária Silvério Dias, em Sorocaba, que viu sua carteira de imóveis subir 15% depois de investir em mídias sociais. "Estamos crescendo acima da média porque, diferentemente de muitas imobiliárias da região, estamos um passo à frente na hora de buscar imóveis ", afirma Eduardo Dias, diretor de Novos Negócios da Silvério Dias. Ele explica também que foi a ferramenta no Facebook que aumentou em 15% a carteira de imóveis do grupo. "Na Internet as coisas se multiplicam muito rap

DECISÃO FACILITA LEILÃO DE IMÓVEL

Advogado Rodrigo Badaró diz que não há sentido em ter o imóvel em seu nome sem poder tomar posse O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que os imóveis de inadimplentes podem ser recuperados pelo credor antes da realização de leilões extrajudiciais. Em uma das primeiras decisões nesse sentido, a Corte entendeu que nos contratos de alienação fiduciária - em que o próprio imóvel é dado como garantia do pagamento - não há necessidade de esperar a venda do bem para pedir a reintegração de posse. O entendimento foi unânime entre os ministros da 3ª Turma. Para a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, nos casos de inadimplência, o destino do bem deve ser econômico. "A permanência daquele que promoveu esbulho no imóvel não atende a essa destinação", disse, no acórdão. Até então, o Judiciário tinha posição favorável aos devedores. Ou seja, o bem só poderia ser recuperado d epois de leiloado. Na prática, a decisão significa que o tempo para retomar a posse do bem

CAIXA REDUZ EM ATÉ 21% JUROS PARA FINANCIAR CASA PRÓPRIA

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira (25) a redução das taxas de juros voltadas a financiamento imobiliário em até 21% pelo (SFH) Sistema Financeiro de Habitação. Ontem, o banco já havia antecipado que diminuiria os juros. As novas taxas passam a valer a partir do dia 4 de maio, data de abertura do 8º Feirão da Caixa. Os contratos que já existem não serão modificados. Uma das medidas anunciadas é de que os imóveis de até R$ 500 mil, dentro do SFH (Sistema Financeiro de Habitação), terão os juros reduzidos de 10% para 9% ao ano. Os clientes da Caixa pagam juros menores, de 7,9% ao ano. Já para os imoveis que estão fora do SFH , os juros caem de 11% para 10%. AS NOVAS TAXAS COBRADAS NO CRÉDITO IMOBILIÁRIO TIPO DE FINANCIAMENTO TAXAS ANTERIORES TAXAS NOVAS Imóveis de até R$ 500 mil (SFH) De 8,9% a 10% ao ano De 7,9% a 9% ao ano Imóvel de valor superior a R$ 500 mil (fora do SFH) De 10,5% a 11% ao ano

APÓS BB E QUEDA DA SELIC, CAIXA ECONÔMICA FAZ NOVA REDUÇÃO DE JUROS

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta sexta-feira uma nova redução de juros. A medida atinge juros tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. As justificativas da Caixa são as mesmas do Banco do Brasil , que ontem também anunciou uma nova redução nos juros: a queda na Selic. Governo começa a destravar cadastro de bons pagadores Varejo já estuda redução de juros de compras a prazo, diz associação Cliente deve barganhar taxa e tarifa com banco Na quarta-feira, o Banco Central anunciou a redução de 9,75% para 9% dos juros do governo, piso das taxas, o menor patamar em dois anos. Também da mesma forma que o BB, as novas taxas passam a vigorar na próxima segunda-feira (23). De acordo com o banco, a redução para pessoas físicas abrange os juros mínimos e máximos para empréstimo consignado para aposentados INSS e as taxas mínimas para financiamento de veículos e crédito pessoal. Para pessoa jurídica, a redução atinge produtos para micros, pequenas e médias empresa

SERAFIM TERÁ DIFICULDADES PARA APROVAR IPTU MAIOR

Vereadores mostram-se pouco dispostos a votar aumento em ano eleitoral Thiago Ferrari (PTB) afirma que ônus não pode recair sobre a Câmara O prefeito Pedro Serafim (PDT) terá dificuldades para aprovar a revisão do valor venal de 300 mil Imóveis em Campinas . Vereadores ouvidos pelo TodoDia demonstram-se pouco dispostos a votar, em ano eleitoral, uma proposta que terá como consequência o aumento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). O presidente do Legislativo, Thiago Ferrari (PTB), diz que “esse ônus não pode recair sobre a Câmara”. “Não posso opiniar sobre o que vai ser proposto porque ainda não conheço o projeto, mas é preciso discutir os critérios e não utilizar isso de forma leviana”, afirmou Ferrari. O cálculo do valor venal começa a ser realizado ainda neste semestre, conforme revelou o TodoDia ontem. Anteontem, o secretário-chefe de Gabinete, Alcides Mamizuka, explicou que o valor venal em Campinas não é atualizado há cerca de dez anos e representa apenas

CAIXA DOMINA LINHA DO FGTS PARA COMPRA DE CARTEIRA IMOBILIÁRIA

A Caixa Econômica Federal vai abocanhar praticamente todos os recursos destinados pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a compra de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), títulos com lastro em financiamentos habitacionais de bancos. Dos R$ 2,5 bilhões reservados pelo fundo, a Caixa deve levar sozinha cerca de R$ 2,2 bilhões, o equivalente a 88% do total destinado para essa linha, conforme apurou o Valor. A Caixa é também o agente operador do FGTS e foi responsável pela análise das propostas. O resultado deixou contrariadas as demais instituições que participaram do processo. Além da Caixa, pelo menos outros quatro bancos fizeram proposta para a venda de suas carteiras: Banco do Brasil, HSBC, Itaú e Santander. Conforme as regras estipuladas pelo fundo, os bancos deveriam apresentar o volume total de créditos para a venda e, em caso de excesso de demanda, as propostas seriam atendidas proporcionalmente ao pedido de cada um. A prioridade é para os CRI da ch

JANELÃO AJUDA A REINVENTAR A VIDA NO INTERIOR DA CASA

Luz natural e contato com o exterior se sobrepõem à falta de privacidade Grandes janelas retomam um ponto de vista modernista que fez investigações sobre conforto ambiental O arquiteto Michel Gorski em seu apartamento em Pinheiros, na zona oeste de SP Nada vale a pena se a janela é pequena. Com essa prosaica paródia de um verso do poeta português Fernando Pessoa (1888-1935), o arquiteto Michel Gorski faz reviver um antigo dogma da arquitetura internacional: janela boa é janela grande. Em 1990, o sócio do escritório Barbieri & Gorski Arquitetos aplicou esse lema ao projeto do edifício onde mora, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Exatamente no momento em que janelões pareciam ter perdido força no mercado, ele desenhou apartamentos em que, na sala e nos quartos, as vidraças iam do chão ao teto. Vinte anos depois, a teimosia de alguns arquitetos que jogam no mesmo time de Gorski trouxe esse fetiche de volta à cidade. Não são mais apenas apartamentos antigos de

AS 9 CARACTERÍSTICAS DOS CORRETORES DE IMÓVEIS SUCESSO

As pessoas mais bem sucedidas na corretagem e em qualquer ramo de negócios aprenderam como lidar com os obstáculos que se apresentam em seu caminho,  Abaixo algumas caracteristicas que definem um corretor de sucesso.  1. Bons corretores sabem definir objetivos. Bons corretores sabem o que querem e como planejar para alcançar seu objetivo. Eles definem os objetivos de uma forma específica, motivadora, viável embora desafiante. Eles visualizam o objetivo, determinam como será alcançado e executam ações diariamente para alcança-los. 2. Bons corretores sabem fazer as perguntas-chaves Os melhores corretore s fazem várias perguntas aos seus clientes para determinar sua situação atual e suas necessidades. Eles sabem que a melhor forma de apresentar seus produtos ou serviços é descobrir os objetivos, necessidades e sonhos dos seus clientes. Isto permite que efetivamente discutam as características e benefícios do produto ou serviço que melhor se adaptam ao cliente. 3. Bo

APROVAÇÃO DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO PODE DEMORAR ATÉ UM ANO

Burocracia para entrega de documentos é um dos itens que atrasam a liberação de crédito para a compra da casa própria O boom do crédito imobiliário tornou a compra da casa própria acessível a milhões de brasileiros, mas a aprovação do financiamentos continua demorada. Houve melhora nos últimos anos, como a redução da média de documentos exigidos do comprador, vendedor e imóvel de 52 para 14, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Contudo, em casos extremos, entre o pedido e a aprovação do crédito o consumidor pode esperar até um ano. Há vários problemas no processo de contratação do crédito por parte dos órgãos públicos, dos bancos e dos mutuários. Na esfera pública, a barreira é falta de integração de órgãos expedidores dos documentos. "Para mostrar que o vendedor não tem dívidas são três cartórios - o de protesto, da Justiça Federal e de distribuição cível. Não há um órgão centralizador das certidões negativas ou dos