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Mostrando postagens de Setembro, 2009

SECOVI-SP ORIENTA SOBRE PARCELAMENTO ESPECIAL DE DÍVIDAS JUNTO AO GOVERNO FEDERAL

Como aproveitar o benefício para zerar a inadimplência com o fisco é tema de palestra que acontece na sede do Sindicato, dia 1º/10. Descontos podem chegar a 100% do valor das multas e o prazo para adesão ao benefício termina em 30/11 Diante do grande número de empresas em situação irregular perante o fisco, por conta dos reflexos da crise financeira – incluindo no setor imobiliário - o governo federal oferece oportunidade para regularização dos débitos por meio de parcelamento em até 180 meses. Além da ampliação do prazo para parcelamentos, que normalmente é de 60 meses, há uma série de descontos nos valores de multas e juros, principalmente para quem pagar à vista. Este parcelamento especial, batizado de Refis da Crise é objeto de discussão do próximo Encontro Secovi-PQE, em 1/10, das 9h30 às 12horas, na sede do Secovi-SP – rua Dr. Bacelar, 1.043 – Vila Clementino.“Entre as vantagens de ingressar neste programa está a liquidação da dívida em até 15 anos, com uma série de incentivos

DESEMPENHO DAS VENDAS DE IMÓVEIS NOVOS ATINGE 21,3% EM MAIO

Movimento acumulado no ano ultrapassou a marca das 10 mil unidades comercializadas. No mês, vendas novamente superaram os lançamentos A percepção sobre a evolução da economia brasileira melhorou nos últimos dois meses. Indicadores conjunturais nacionais permitem sintetizar esse processo de melhora, ainda que aquém do desejado. O PIB projetado para este ano já chegou a registrar expectativa de queda de 0,7% e passa por revisões, atingindo -0,3%, conforme Boletim Focus do Banco Central do Brasil de 10 de julho. A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA), deverá se situar próximo dos 4,5%, e o investimento externo direto (IED) voltado para a produção permanecerá dentro da previsão de US$ 25 bilhões. A redução da taxa básica de juros (Selic) de 10,25%, em maio, para 9,25%, em processo de queda desde início do ano (13,75%) e a manutenção da redução de alíquotas de tributação de alguns setores contribuem no processo de recuperação da economia brasileira.

SETOR QUESTIONA A IMPORTÂNCIA DOS PROGRAMAS DE CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE

Estimular a concorrência entre os bancos públicos e privados, diminuir a burocracia na concessão de crédito imobiliário e cuidar da qualificação profissional, da qualidade e tecnologia dos empreendimentos foram temas de painel da CII/CBIC, no Enic O acesso dos bancos privados aos recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para o financiamento imobiliário foi um dos princípios defendidos por Natalino Gazonato, da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), como forma de garantir funding para o crédito imobiliário. Outra medida a ser adotada com rapidez, de acordo com ele, é a adoção do principio de concentração dos registros na matrícula do imóvel. “Esse instrumento é positivo e um facilitador na concessão do financiamento. Pode-se reduzir a liberação do crédito para uma semana”, garantiu. Gazonato também considera fundamental para a garantia dos agentes financeiros, das empresas e dos compradores a adoção do patrimônio de afetaçã

USO DO FGTS PARA ABATER DÍVIDA DA CASA PRÓPRIA CRESCE 156%

Dados oficiais revelam que os mutuários da casa própria estão descobrindo as vantagens de sacar o dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para abater ou liquidar o saldo devedor e também para pagar parte das prestações. As retiradas com essas finalidades dispararam nos últimos quatro anos. Em 2005, R$ 312 milhões saíram das contas do FGTS para amortizar ou liquidar o financiamento habitacional. No ano passado, o volume mais que dobrou: R$ 639 milhões. Neste ano, somente até julho, já foram retirados R$ 482 milhões, o que projeta em torno de R$ 800 milhões até o fim do ano (156% mais). O valor médio por mutuário foi de R$ 6 mil. Tendência vantajosa Embora em valores menores, o montante total utilizado para pagar parte das prestações também cresceu significativamente, 63% nos últimos três anos: pulou de R$ 59 milhões em 2005 para R$ 96 milhões. Para este ano, a estimativa é de R$ 140 milhões, 137% mais que há quatro anos. Não é vantagem para o mutuário deixar din