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Mostrando postagens de Maio, 2009

MINHA CASA, MINHA VIDA: 10 PROJETOS APROVADOS EM UM MÊS

Caixa esclarece dúvidas sobre a participação das construtoras em projetos habitacionais dentro do programa. 15/05/09 - A Caixa Econômica Federal informou que, até agora, foram assinados dez contratos para a construção de empreendimentos imobiliários do programa “Minha Casa, Minha Vida”, que começou a operar oficialmente em 13 de abril - são seis projetos em São Paulo, dois em Mato Grosso, um no Rio Grande do Sul e um em Minas Gerais. Deste total, dois empreendimentos são destinados a famílias com renda entre zero e três salários mínimos; sete para a faixa que recebe entre três e seis salários mínimos; e um para o público com renda entre seis e dez salários mínimos. Os dez projetos representam um investimento de R$ 90,7 milhões e vão ofertar 1.730 novas unidades habitacionais. Em entrevista ao jornal Gazeta Mercantil (8 de maio de 2009), a superintendente da Caixa, Bernadete Coury, disse haver outros 34 empreendimentos destinados ao público com renda entre zero e três salários mín

MUTUÁRIOS QUE TÊM CONTRATOS ANTIGOS COM O SFH PODERÃO RENEGOCIAR DÍVIDA

Serão corrigidos os saldos devedores gerados por contratos sem a cobertura do FCVS. 23/04/09 - Mutuários que têm contratos antigos com o SFH (Sistema Financeiro da Habitação) poderão renegociar suas dívidas nos casos em que o pagamento das parcelas previstas no contrato não for suficiente para quitar todo o saldo devedor do empréstimo. A lei nº 11.922/2009, que autoriza essa renegociação, foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União em 14 de abril (2009). Serão beneficiados os mutuários cujos contratos tenham sido assinados entre o final da década de 1980 até setembro de 2001 e que não contem com a cobertura do chamado FCVS (Fundo de Compensação de Variações Salariais), espécie de subsídio do governo que tinha por objetivo cobrir eventuais problemas nos financiamentos habitacionais . Com o fim do FCVS, durante o governo de Fernando Collor de Mello, o saldo devedor superou, em muitos casos, o valor das prestações já pagas ou até m

VENDA DE IMÓVEIS USADOS CRESCE 140%

Resultado coloca o mercado da capital paulista nos níveis em que se encontrava antes da crise. 09/04/09, São Paulo, SP - As vendas de imóveis usados na cidade São Paulo aumentaram 140,29% em fevereiro na comparação com janeiro. Pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) com 463 imobiliárias da capital detectou a venda de 163 casas e apartamentos, o que fez o índice de vendas evoluir de 0,1465 em janeiro para 0,3521 em fevereiro. Em agosto, antes da eclosão da crise, haviam sido vendidas 173 unidades e, em julho, 225. "O resultado de fevereiro recoloca o mercado da capital nos níveis em que se encontrava antes da crise econômico-financeira global em setembro de 2008", afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP. "Não é o caso de acharmos que os problemas acabaram e que voltamos à normalidade, mas pode ser um indício de que o possível efeito psicológico da crise, que deixou todo mundo receoso de fazer ne

COMPRA DE IMÓVEL USADO COM FINANCIAMENTO CRESCE 60% EM SÃO PAULO

Apesar do crescimento, maioria das compras de imóveis prontos não é realizada por financiamentos bancários. São Paulo, SP - O número de imóveis residenciais usados comprados por intermédio de financiamentos bancários cresceu cerca de 60% neste ano na cidade de São Paulo. Segundo levantamento realizado pela Lello, de janeiro a outubro, os financiamentos representaram 40% das transações intermediadas pela administradora. No mesmo período do ano passado, apenas 25% das vendas eram fechadas com apoio de empréstimos bancários. Apesar do crescimento, a maioria das compras de imóveis prontos não é realizada por financiamentos bancários. Há casos, ainda, em que o comprador negocia o parcelamento diretamente com o proprietário. O estudo apontou, também, crescimento de 30% no volume de vendas na comparação com igual período do ano passado. O valor médio das transações registrou aumento de 25%, passando de R$ 200 mil em 2007 para R$ 250 mil. Do total de imóveis comercializados com interm