CONSÓRCIO DE IMÓVEIS BATE RECORDE HISTÓRICO EM JUNHO

Apesar da desaceleração da indústria e do comércio de transformação, os consórcios têm apresentado números crescentes no primeiro semestre do ano. Para Rodolfo Montosa, presidente nacional da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), “o comportamento do brasileiro tem evoluído rapidamente na análise dos diversos mecanismos de aquisição parcelada de um bem. É por isso que o sistema tem sido procurado mais e mais, dia após dia”.

De acordo com os resultados registrados pelo Sistema de Consórcios no primeiro semestre deste ano, em junho último o consórcio de imóveis bateu recorde histórico de participantes ativos, com 491,6 mil consorciados. O número é 12,8% maior do que o registrado no mesmo mês de 2007, 436 mil.

Este é o 102º mês consecutivo de crescimento no setor. Segundo Montosa, o consórcio tem se mostrado como uma opção simples e econômica para a realização de sonhos.
"Quando se pensa em investir, como em uma poupança ou como formador de patrimônio, visando ao futuro, o consórcio é o caminho mais simples e mais econômico. O crescimento confirma que o maior sonho do brasileiro pode ser realizado via consórcio", diz.

Resultados
De janeiro a junho deste ano, foram comercializadas 97 mil novas cotas, 8,1% a menos do que as comercializadas no mesmo período do ano anterior, 105,5 mil.
Por outro lado, no mesmo período, as contemplações (momento em que os consorciados têm a possibilidade de adquirir seus imóveis) somaram 29 mil, um crescimento de 20,4% sobre as 24,1 mil contemplações realizadas no primeiro semestre de 2007.
Perspectivas para o ano

As expectativas para o segundo semestre são otimistas. Rodolfo Montosa credita as projeções de crescimento à decisão do consumidor: “As opções de compra são várias, contudo, ao fazer contas e comparar os cálculos, o brasileiro analisa ainda a necessidade imediata do bem.

É neste momento que o Sistema de Consórcio faz a diferença, pois não tem juros, parcela integralmente o valor desejado, não tem parcelas intermediárias e inclui uma pequena taxa de administração diluída ao longo do prazo do grupo. Entendemos que poderemos chegar ao final do ano com 5% de crescimento em relação ao ano passado”, afirma Montosa.