FALEI BONITO OU FALEI BESTEIRA?

A comunicação é uma das maiores ferramentas do profissional corretor de imóveis e tão importante quanto as demais como seu veículo, sua agenda, sua trena etc. Porém para usá-la com sucesso ela precisa ser eficaz. O ato de se comunicar abrange muitos aspectos bem como pode ser executado de diversas maneiras. Diálogos, e-mails, mensagens de texto e telefonemas estão entre as formas mais utilizadas pelos corretores. Com a dinâmica do mercado atual não se faz necessário somente ter “uma boa lábia” ou um “bom papo de vendedor” para ter sucesso nos negócios.
Falei-bonito-ou-falei-besteira
Há uma grande necessidade em se adotar vários cuidados quando se tratar por exemplo de termos técnicos, para não falar besteira tentando falar bonito!

Alguns tentam “embelezar suas apresentações e acabam por cometer gafes desnecessárias.

Há quem troque Memorial Descrito por Memorial Destrutivo ou quem diga Caderno da Plantação ao invés de Caderno de Implantação. Sem contar que corremos também o risco de errar na explanação dos impostos e taxas que geralmente os clientes arcam e que são quase sempre dispostos nas formas de siglas, a exemplo de IPTU, ITBI, IGPM, INCC, ISS, SPE etc.
É comum o surgimento de Neologismos, muitas vezes terríveis, portanto é necessário estudar o produto e a gramática e dispor dessas habilidades bem desenvolvidas para ter um aumento no êxito dos negócios. Cuidado com a gramática ao enviar um email ou sms. Use aplicativos, programas e até um dicionário se for necessário para ter o mínimo de erros.
Quer dizer que tenho que ter um bom domínio da língua portuguesa?
- Bem, é o que se espera de um corretor que no mínimo tem grau técnico e consequentemente o ensino médio completo.
Dicas:
Se você encontra dificuldades nessa área, procure um bom curso de oratória;
Quando não souber algo não suponha, lembre-se que você vende informações e não pode repassá-las de forma irresponsável;
Para falar e escrever bem é necessário ter a prática da leitura como um hábito;
Também tenha muito cuidado quando for se referir ao título do cliente para não chamar um advogado de “reverendo” nem um psicólogo de “meritíssimo”.
Autor: Artur Queiroz -CRECI 4678-F